Ir para o conteúdo
Acesse a demonstração gratuita

sobre o frank

O que é o frank

Resposta direta

O frank é uma solução brasileira de gestão do centro cirúrgico que une consultoria e software. A partir do diagnóstico da operação, a equipe do frank adapta a plataforma ao contexto de cada hospital. A plataforma conecta em tempo real a programação cirúrgica, as salas, o CME, os leitos e as equipes. O frank não é um prontuário eletrônico. Ele organiza a operação do centro cirúrgico e funciona integrado ao prontuário e aos sistemas que o hospital já utiliza.

Como o frank trabalha com o hospital?

O trabalho começa por um diagnóstico do centro cirúrgico. Sobre essa base, nossa equipe desenvolve e configura a plataforma para as necessidades reais do hospital.

O frank reúne duas partes. A consultoria entende a operação do centro cirúrgico e define o que precisa mudar. A plataforma de software sustenta essas mudanças na rotina das equipes.

Cada centro cirúrgico tem fluxo, equipe, estrutura e metas próprios. Por isso o diagnóstico vem antes do software, e a plataforma é desenvolvida a partir dele.

O que o diagnóstico da operação avalia?

O diagnóstico é conduzido por nossa equipe, junto com as equipes do hospital. Ele documenta o cenário atual do centro cirúrgico e das áreas de apoio.

  • Fluxo cirúrgico: o caminho do paciente da programação à alta e os pontos de espera.
  • Tempos: o giro de sala, a pontualidade da primeira cirurgia e o tempo de cada etapa.
  • Registros: onde cada informação nasce, quem a registra e onde ela se perde.
  • Áreas de apoio: CME, enfermaria, recuperação pós-anestésica e comunicação entre os setores.

O resultado é um relatório de melhorias, com os pontos de perda identificados e as recomendações. Esse relatório orienta a adaptação da plataforma.

O que é desenvolvido para cada hospital?

O frank parte de uma base de software para gestão do centro cirúrgico, com os módulos descritos abaixo. Sobre essa base, nossa equipe desenvolve funcionalidades para o contexto de cada hospital.

  • Fluxo de trabalho: as etapas do giro de sala, os protocolos e as conferências seguem a rotina do hospital.
  • Funcionalidades novas: o que o diagnóstico aponta como necessário é desenvolvido e entra na plataforma.
  • Estrutura: salas, leitos, equipes, turnos e perfis de acesso de cada setor.
  • Metas e indicadores: os relatórios comparam a operação com as metas definidas pela gestão do hospital.
  • Módulos: o hospital começa pelas áreas que o diagnóstico prioriza e amplia o uso por etapas.

Cada hospital opera em um ambiente próprio, com banco de dados separado. A plataforma evolui junto com a operação, acompanhada pelos indicadores.

Para quem é o frank?

Hospitais e centros cirúrgicos: diretoria, gerência do centro cirúrgico, coordenação de enfermagem e equipes do CME, da enfermaria e da recuperação pós-anestésica.

O frank organiza o trabalho de quem planeja, executa e acompanha as cirurgias. A mesma informação chega a todos os setores ao mesmo tempo.

O que a plataforma faz?

A plataforma acompanha o paciente cirúrgico da programação à alta. Cada área registra a própria parte do trabalho, e os indicadores saem desses registros.

  • Planejamento cirúrgico. Aviso cirúrgico com as conferências de autorização, exames e materiais especiais (OPME), tarefas com prazo e a reunião de programação da véspera. O mapa do dia seguinte é fechado com as pendências à vista.
  • Centro cirúrgico. Cada sala registra as etapas do giro no tablet, da entrada do paciente à sala pronta para o próximo. O protocolo de Cirurgia Segura da OMS acontece dentro desse registro, com horário e responsável.
  • CME. Cada caixa de instrumental tem número e estado. Os ciclos de esterilização registram o lote e o indicador biológico, e a rastreabilidade liga o lote ao paciente.
  • Leitos. Enfermaria e recuperação pós-anestésica no mesmo mapa: leito, checklist pré-operatório, escore de Caprini, liberação para o centro cirúrgico, escala de Aldrete e checklist de alta.
  • Equipes. Escala por sala e por turno, escalas fixas aplicadas nos dias escolhidos e registro de faltas e substituições, sem perder o histórico.
  • Comunicação. Chamado do paciente para o centro cirúrgico, conferência na porta e monitor do corredor com a etapa e o tempo de cada sala. A conferência na porta checa identificação, lateralidade, jejum e termos.
  • Indicadores e relatórios. Giro de sala e tempo de cada etapa, previsto contra realizado, pontualidade da primeira cirurgia, adesão ao protocolo e custo por cirurgia. Os números saem dos registros da rotina e se comparam às metas do hospital.
  • Integração. Integração com o prontuário eletrônico e os sistemas do hospital, sem substituir esses sistemas, o que reduz a digitação em duplicidade.

O protocolo citado acima é a Lista de Verificação de Segurança Cirúrgica da Organização Mundial da Saúde (OMS). O centro de material e esterilização (CME) é a unidade que processa o instrumental cirúrgico.

O frank tem painel de TV do centro cirúrgico?

Sim. O monitor do corredor mostra todas as salas ao mesmo tempo, com a etapa atual, o tempo decorrido e o próximo paciente de cada sala.

O painel se atualiza sozinho a cada registro feito no tablet da sala. Ele funciona no navegador da própria TV, sem computador ligado a ela.

O hospital define o que aparece na tela. O painel pode mostrar o nome do paciente ou apenas a sala, a etapa e o tempo.

Veja as etapas que o painel acompanha no guia Giro de sala cirúrgica e a agenda do dia no guia Mapa cirúrgico.

Como funciona a implementação?

A implementação é assistida e funciona como uma consultoria, feita em parceria com as equipes do hospital. Ela tem cinco etapas.

  1. Mapeamento da situação atual do fluxo cirúrgico, dos tempos, dos registros e das áreas de apoio.
  2. Relatório de melhorias, com os pontos de perda identificados e as recomendações.
  3. Adaptação da plataforma, com funcionalidades desenhadas para o contexto do hospital.
  4. Capacitação e início do uso em todos os turnos, por perfil de usuário.
  5. Operação assistida, com acompanhamento dos indicadores junto à gestão do hospital.

Cada etapa é conduzida por nossa equipe, que inclui profissionais da saúde com experiência em centro cirúrgico e gestão hospitalar.

O frank substitui o prontuário eletrônico?

Não. O frank não é um prontuário eletrônico. Ele organiza a operação do centro cirúrgico e funciona integrado ao prontuário e aos sistemas que o hospital já utiliza.

A integração com o prontuário eletrônico e os sistemas do hospital reduz a digitação em duplicidade e as divergências entre os registros do paciente.

Veja a diferença entre os dois tipos de sistema no guia Sistema do centro cirúrgico e prontuário eletrônico.

Onde o frank funciona?

Funciona no navegador, no computador, no tablet da sala cirúrgica e na TV do corredor, sem instalação.

Na sala, o tablet registra as etapas. No corredor, a TV mostra a etapa e o tempo de cada sala. Na coordenação, o computador reúne o fluxo do dia e os relatórios.

Quem desenvolve o frank?

O frank é desenvolvido pela A2M Solutions, de São Paulo (SP). Os fundadores são Arthur Montoro, Lucas Madeira e Mateus Almeida.

A mesma equipe conduz o diagnóstico e desenvolve a plataforma.

Como conhecer o frank?

O primeiro passo é uma conversa de 30 minutos, online e sem compromisso, sobre o cenário atual do hospital. Agende pelo formulário de contato.

Todo diagnóstico agendado inclui um acesso próprio e gratuito a uma conta de demonstração, para conhecer o frank na prática, sozinho ou de forma guiada.